Blogue do Maia de Carvalho

POR TRÁS DE CADA GRANDE FORTUNA HÁ UM CRIME. Honoré de Balzac

terça-feira, junho 16, 2009

Contra o acordo ortográfico...‏

De fato, este meu ato refere-se à não aceitação deste pato com vista a assassinar a Língua Portuguesa.
Por isso ... por não aceitar este pato ... também não vou aceitar ir a esse almoço para comer um arroz de pato ...
A esta ora está úmido lá fora ... por isso, de fato lá terei de vestir um fato ...

Concordas com o modo de escrever acima exemplificado?
Se não concordares, clica na imagem que
se segue e assina:

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quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Tributo

Clique na imagem para ler melhor.
Iniciaram-se ontem as Comemorações do Quarto Centenário do Nascimento do Padre António Vieira…

Nós, meninos do tempo do fascismo, tínhamos a vantagem de ser colocados, logo muito pequenos, em contacto com o que de melhor se havia escrito em Língua Portuguesa.
Lembro-me bem do ritmo da leitura de “O Estatuário”, inserido no meu Livro de Leitura da 4.ª Classe! O ritmo, a riqueza e o rigor vocabular para o qual o nosso professor nos chamava a atenção.
«- Obrigado, Sr. Professor José Dias, da Escola n.º 33 de Lisboa, Campo Grande, sem luz eléctrica, no primeiro andar da Esquadra da Polícia, virada para o Jardim, no gaveto da Rua Aboim Ascensão. – Tudo o que me ensinou é útil ainda hoje.» (Depois das cinco horas da tarde, no Inverno, tínhamos um candeeiro a petróleo, na secretária do professor, para a sala inteira.)
Tão diferentes, aqueles textos, das pepineiras que ornamentam os livros escolares modernos.
Hoje, há “doutores” a sair das Universidades que não dominam a Língua e a Escrita Portuguesas tão bem como os meninos da quarta classe de então.
Se a Nossa Pátria é a Língua Portuguesa, então, está cada vez mais pequenininha! Ou sou eu claramente a ficar velho!

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